<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre Gastropedia	</title>
	<atom:link href="https://gastropedia.pub/pt/comments/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://gastropedia.pub/pt/</link>
	<description>Atualização médica de forma descomplicada para profissionais que trabalham com saúde do aparelho digestivo.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 24 Apr 2024 19:01:36 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>
		Comentário sobre Pólipos de Vesícula Biliar por Bruno Martins		</title>
		<link>https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/polipos-de-vesicula-biliar/#comment-20</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 18:56:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://gastropedia.pub/pt/?p=7395#comment-20</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/polipos-de-vesicula-biliar/#comment-19&quot;&gt;Bruno Martins&lt;/a&gt;.

Caro Emiliano, segue link do artigo sobre tratamento dos pólipos. Abs: https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/conduta-nos-polipos-de-vesicula-biliar-quando-fazer-seguimento-e-quando-indicar-a-colecistectomia/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/polipos-de-vesicula-biliar/#comment-19">Bruno Martins</a>.</p>
<p>Caro Emiliano, segue link do artigo sobre tratamento dos pólipos. Abs: <a href="https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/conduta-nos-polipos-de-vesicula-biliar-quando-fazer-seguimento-e-quando-indicar-a-colecistectomia/" rel="ugc">https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/conduta-nos-polipos-de-vesicula-biliar-quando-fazer-seguimento-e-quando-indicar-a-colecistectomia/</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Pólipos de Vesícula Biliar por Bruno Martins		</title>
		<link>https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/polipos-de-vesicula-biliar/#comment-19</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 11:45:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://gastropedia.pub/pt/?p=7395#comment-19</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/polipos-de-vesicula-biliar/#comment-18&quot;&gt;Emiliano Siqueira Leal&lt;/a&gt;.

Olá Emiliano, estamos preparando um artigo para tratar especificamente do manejo desses pólipos. Sendo bem resumido, o tratamento esta indicado sempre em pacientes sintomáticos. Em assintomáticos está indicado em lesões maiores que 10mm e nos pólipos de 6-9mm com fatores de risco para Ca de vesicula (idade, etnia, espessamento focal da parede &gt;4mm).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/polipos-de-vesicula-biliar/#comment-18">Emiliano Siqueira Leal</a>.</p>
<p>Olá Emiliano, estamos preparando um artigo para tratar especificamente do manejo desses pólipos. Sendo bem resumido, o tratamento esta indicado sempre em pacientes sintomáticos. Em assintomáticos está indicado em lesões maiores que 10mm e nos pólipos de 6-9mm com fatores de risco para Ca de vesicula (idade, etnia, espessamento focal da parede >4mm).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Pólipos de Vesícula Biliar por Emiliano Siqueira Leal		</title>
		<link>https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/polipos-de-vesicula-biliar/#comment-18</link>

		<dc:creator><![CDATA[Emiliano Siqueira Leal]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2023 18:21:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://gastropedia.pub/pt/?p=7395#comment-18</guid>

					<description><![CDATA[Quando indicar cirurgia?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando indicar cirurgia?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Úlceras não relacionadas a Helicobacter pylori e anti-inflamatórios (AINEs): como proceder? por Rafael Bandeira Lages		</title>
		<link>https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/estomago/ulceras-nao-relacionadas-a-helicobacter-pylori-e-anti-inflamatorios-aines-como-proceder/#comment-17</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rafael Bandeira Lages]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 01:22:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://gastropedia.pub/pt/?p=5280#comment-17</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/estomago/ulceras-nao-relacionadas-a-helicobacter-pylori-e-anti-inflamatorios-aines-como-proceder/#comment-16&quot;&gt;Felipe Paludo Salles&lt;/a&gt;.

Oi, Felipe, obrigado pelo comentário.

Excelentes questionamentos!

1.A investigação inicial de Zollinger-Ellison (SZE) é feita com a dosagem da gastrina sérica (obviamente em casos de suspeita clínica, como presença de múltiplas úlceras pépticas, úlceras distais ao duodeno, diarreia associada, aumento de pregas gástricas, presença de NEM1). Os valores de gastrina nesses casos costuma mser bem altos (&#062; 10x valor de referência, usualmente &#062; 1000). Contudo, temos que ficar atentos que existem outras etiologias que podem aumentar a gastrina sérica, tais como gastrite atrófica (devido à hipocloridria, então é interessante realizar biópsias gástricas, dosa anticélula parietal e pesquisar H. pylori), síndrome do antro retido (pós Billroth II) e uso de IBP (então é interessante dosar a gastrina após suspensão da medicação). Posteriormente, caso persista a suspeita, será necessário localizar o gastrinoma. O principal exame de imagem nesse contexto é o PET-CT com análogos da somatostatina (68Ga-DOTATATE PET/CT). A ecoendoscopia alta também pode colaborar.

2.Raramente é necessário biopsiar a úlcera duodenal, visto que raramente ela é maligna. Reservamos a biópsia apenas se ausência de cicatrização (lembrando que não é necessária endoscopia de controle de rotina para avaliar cicatrização de úlcera duodenal; devemos realizá-la apenas se refratariedade dos sintomas ou ausência de disponibilidade de métodos não-invasivos para controle de cura de H. pylori). Além disso, se o endoscopista julgar que a úlcera tem &quot;características suspeitas&quot;, tais como sinais infiltrativos, a realização de biópsia também é aconselhável.

Espero ter ajudado nas dúvidas. Abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/estomago/ulceras-nao-relacionadas-a-helicobacter-pylori-e-anti-inflamatorios-aines-como-proceder/#comment-16">Felipe Paludo Salles</a>.</p>
<p>Oi, Felipe, obrigado pelo comentário.</p>
<p>Excelentes questionamentos!</p>
<p>1.A investigação inicial de Zollinger-Ellison (SZE) é feita com a dosagem da gastrina sérica (obviamente em casos de suspeita clínica, como presença de múltiplas úlceras pépticas, úlceras distais ao duodeno, diarreia associada, aumento de pregas gástricas, presença de NEM1). Os valores de gastrina nesses casos costuma mser bem altos (&gt; 10x valor de referência, usualmente &gt; 1000). Contudo, temos que ficar atentos que existem outras etiologias que podem aumentar a gastrina sérica, tais como gastrite atrófica (devido à hipocloridria, então é interessante realizar biópsias gástricas, dosa anticélula parietal e pesquisar H. pylori), síndrome do antro retido (pós Billroth II) e uso de IBP (então é interessante dosar a gastrina após suspensão da medicação). Posteriormente, caso persista a suspeita, será necessário localizar o gastrinoma. O principal exame de imagem nesse contexto é o PET-CT com análogos da somatostatina (68Ga-DOTATATE PET/CT). A ecoendoscopia alta também pode colaborar.</p>
<p>2.Raramente é necessário biopsiar a úlcera duodenal, visto que raramente ela é maligna. Reservamos a biópsia apenas se ausência de cicatrização (lembrando que não é necessária endoscopia de controle de rotina para avaliar cicatrização de úlcera duodenal; devemos realizá-la apenas se refratariedade dos sintomas ou ausência de disponibilidade de métodos não-invasivos para controle de cura de H. pylori). Além disso, se o endoscopista julgar que a úlcera tem &#8220;características suspeitas&#8221;, tais como sinais infiltrativos, a realização de biópsia também é aconselhável.</p>
<p>Espero ter ajudado nas dúvidas. Abraço</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Úlceras não relacionadas a Helicobacter pylori e anti-inflamatórios (AINEs): como proceder? por Felipe Paludo Salles		</title>
		<link>https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/estomago/ulceras-nao-relacionadas-a-helicobacter-pylori-e-anti-inflamatorios-aines-como-proceder/#comment-16</link>

		<dc:creator><![CDATA[Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2023 18:53:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://gastropedia.pub/pt/?p=5280#comment-16</guid>

					<description><![CDATA[Excelente artigo! Situação cada vez mais comum nos atendimentos no consultório. Duas perguntas:
1- Na suspeita de Zollinger-Ellison, como fazer a investigação inicial?
2- Quando biopsiar úlcera duodenal?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente artigo! Situação cada vez mais comum nos atendimentos no consultório. Duas perguntas:<br />
1- Na suspeita de Zollinger-Ellison, como fazer a investigação inicial?<br />
2- Quando biopsiar úlcera duodenal?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Qual o tratamento atual da colite por Clostridioide difficile em adultos? por Gerson Brasil		</title>
		<link>https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/intestino/qual-o-tratamento-atual-da-colite-por-clostridioide-difficile-em-adultos/#comment-14</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gerson Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2023 11:48:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://gastropedia.pub/pt/?p=5034#comment-14</guid>

					<description><![CDATA[Alexandre, parabéns pelo objetivo e completo resumo!

A apresentação oral da Vancomicina no Brasil não é fácil de ser encontrada em boa parte dos hospitais, razão pela qual a prática de transformar a apresentação de Amp/FA em solução oral se transformou em algo corriqueiro.
O que você acha desta conduta? Existe algum respaldo à luz da medicina baseada em evidência para tal? Há estabilidade e maneira de garantir a biodisponibilidade da droga na posologia correta agindo desta forma?

Abraço,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre, parabéns pelo objetivo e completo resumo!</p>
<p>A apresentação oral da Vancomicina no Brasil não é fácil de ser encontrada em boa parte dos hospitais, razão pela qual a prática de transformar a apresentação de Amp/FA em solução oral se transformou em algo corriqueiro.<br />
O que você acha desta conduta? Existe algum respaldo à luz da medicina baseada em evidência para tal? Há estabilidade e maneira de garantir a biodisponibilidade da droga na posologia correta agindo desta forma?</p>
<p>Abraço,</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Cistoadenoma Mucinoso (MCN) por Maira Marzinotto		</title>
		<link>https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/pancreas/cistoadenoma-mucinoso-mcn/#comment-13</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maira Marzinotto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2023 23:17:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://gastropedia.pub/pt/?p=3166#comment-13</guid>

					<description><![CDATA[Ótima pergunta Bruno! Muitas vezes, quando os cistos são únicos, é difícil diferenciar somente com a imagem. Nesses casos duvidosos podemos realizar a ecoendoscopia com punção, pois o esperado é que ambas as lesões apresentem CEA alto, entretanto somente o IPMN tende a ter a amilase intracística alta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótima pergunta Bruno! Muitas vezes, quando os cistos são únicos, é difícil diferenciar somente com a imagem. Nesses casos duvidosos podemos realizar a ecoendoscopia com punção, pois o esperado é que ambas as lesões apresentem CEA alto, entretanto somente o IPMN tende a ter a amilase intracística alta.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre O que devemos saber sobre a elastografia hepática transitória e sua aplicação na Doença hepática gordurosa não-alcoólica? por Karla Sawada Toda Oti		</title>
		<link>https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/figado/o-que-devemos-saber-sobre-a-elastografia-hepatica-transitoria-e-sua-aplicacao-na-doenca-hepatica-gordurosa-nao-alcoolica/#comment-12</link>

		<dc:creator><![CDATA[Karla Sawada Toda Oti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2022 20:15:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://gastropedia.pub/pt/?p=3158#comment-12</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/figado/o-que-devemos-saber-sobre-a-elastografia-hepatica-transitoria-e-sua-aplicacao-na-doenca-hepatica-gordurosa-nao-alcoolica/#comment-11&quot;&gt;Felipe Paludo Salles&lt;/a&gt;.

Olá Felipe, obrigada! 
Os métodos não invasivos que você citou auxiliam bastante na investigação e estadiamento da esteatose e fibrose hepática, porém, a biópsia segue como padrão ouro para o diagnóstico de esteato-hepatite (NASH). Por ser invasiva, a biópsia será indicada em casos selecionados de elevação persistente de enzimas hepáticas, positividade de alguns auto-As para diagnóstico diferencial com etiologia auto-imune e/ou quando os métodos não invasivos indicarem fibrose avançada (F3-F4) para confirmação da fibrose - exceto se achados inequívocos de hipertensão portal nos demais exames.
Existem escores clínicos que podemos utilizar para triar os pacientes com DHGNA sob risco menor/intermediário/maior de fibrose avançada (F3-F4), como NAFLD Fibrosis Score (NFS), FIB-4, APRI, entre outros e, assim, auxiliar se é necessário seguir com a investigação com elastografia hepática e/ou biópsia hepática.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/figado/o-que-devemos-saber-sobre-a-elastografia-hepatica-transitoria-e-sua-aplicacao-na-doenca-hepatica-gordurosa-nao-alcoolica/#comment-11">Felipe Paludo Salles</a>.</p>
<p>Olá Felipe, obrigada!<br />
Os métodos não invasivos que você citou auxiliam bastante na investigação e estadiamento da esteatose e fibrose hepática, porém, a biópsia segue como padrão ouro para o diagnóstico de esteato-hepatite (NASH). Por ser invasiva, a biópsia será indicada em casos selecionados de elevação persistente de enzimas hepáticas, positividade de alguns auto-As para diagnóstico diferencial com etiologia auto-imune e/ou quando os métodos não invasivos indicarem fibrose avançada (F3-F4) para confirmação da fibrose &#8211; exceto se achados inequívocos de hipertensão portal nos demais exames.<br />
Existem escores clínicos que podemos utilizar para triar os pacientes com DHGNA sob risco menor/intermediário/maior de fibrose avançada (F3-F4), como NAFLD Fibrosis Score (NFS), FIB-4, APRI, entre outros e, assim, auxiliar se é necessário seguir com a investigação com elastografia hepática e/ou biópsia hepática.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre O que devemos saber sobre a elastografia hepática transitória e sua aplicação na Doença hepática gordurosa não-alcoólica? por Felipe Paludo Salles		</title>
		<link>https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/figado/o-que-devemos-saber-sobre-a-elastografia-hepatica-transitoria-e-sua-aplicacao-na-doenca-hepatica-gordurosa-nao-alcoolica/#comment-11</link>

		<dc:creator><![CDATA[Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 20:42:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://gastropedia.pub/pt/?p=3158#comment-11</guid>

					<description><![CDATA[Karla, parabéns pelo post, muito didático e objetivo. Pode-se dizer que atualmente os métodos não invasivos como a elastografia e a RM substituem completamente a biópsia hepática? Existem critérios clínicos para estratificar pacientes com DHGNA que possuem maior risco para desenvolver EHNA?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Karla, parabéns pelo post, muito didático e objetivo. Pode-se dizer que atualmente os métodos não invasivos como a elastografia e a RM substituem completamente a biópsia hepática? Existem critérios clínicos para estratificar pacientes com DHGNA que possuem maior risco para desenvolver EHNA?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Cistoadenoma Mucinoso (MCN) por Bruno Martins		</title>
		<link>https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/pancreas/cistoadenoma-mucinoso-mcn/#comment-10</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 22:05:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://gastropedia.pub/pt/?p=3166#comment-10</guid>

					<description><![CDATA[Excelente revisão Maira! Uma dúvida: o grande diagnóstico diferencial das lesões císticas mucinosas é entre cistoadenoma mucinoso e IPMN de ducto secundário. Como diferenciar entre essas lesões? Abs]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente revisão Maira! Uma dúvida: o grande diagnóstico diferencial das lesões císticas mucinosas é entre cistoadenoma mucinoso e IPMN de ducto secundário. Como diferenciar entre essas lesões? Abs</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
