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	<title>Arquivos phmetria - Gastropedia</title>
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	<description>Atualização médica de forma descomplicada para profissionais que trabalham com saúde do aparelho digestivo.</description>
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	<title>Arquivos phmetria - Gastropedia</title>
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	<item>
		<title>Papel dos diferentes métodos diagnósticos na abordagem da doença do refluxo gastroesofágico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Bandeira Lages]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 09:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esôfago]]></category>
		<category><![CDATA[Gastroenterologia]]></category>
		<category><![CDATA[drge]]></category>
		<category><![CDATA[Lyon]]></category>
		<category><![CDATA[phmetria]]></category>
		<category><![CDATA[refluxo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora a DRGE seja uma patologia comum, o seu diagnóstico pode ser desafiador, uma vez que os sintomas são inespecíficos, a apresentação clínica é heterogênea e há sobreposição com outros&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/esofago/papel-dos-diferentes-metodos-diagnosticos-na-abordagem-da-doenca-do-refluxo-gastroesofagico/">Papel dos diferentes métodos diagnósticos na abordagem da doença do refluxo gastroesofágico</a> apareceu primeiro em <a href="https://gastropedia.pub/pt">Gastropedia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a DRGE seja uma patologia comum, o seu diagnóstico pode ser desafiador, uma vez que os sintomas são inespecíficos, a apresentação clínica é heterogênea e há sobreposição com outros distúrbios gastrointestinais.<sup>1,2</sup> Como para muitos autores não há padrão-ouro, o diagnóstico deve ser baseado em uma combinação de diversos fatores, tais como apresentação clínica, resposta terapêutica, avaliação endoscópica e monitoramento prolongado do refluxo.<sup>3,4</sup>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>consenso de Lyon</strong> (publicado em 2018 e posteriormente atualizado em 2023) buscou orientar sobre as indicações de exames complementares, de modo a definir critérios conclusivos para diagnóstico de DRGE, conforme já resumimos em publicação prévia (<a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/esofago/atualizacoes-no-diagnostico-de-drge-consenso-de-lyon-2-0-2023/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>).<sup>5,6</sup> Na Tabela 1, descrevemos as vantagens e desvantagens dos principais métodos diagnósticos disponíveis.<br></p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><div class="pcrstb-wrap"><table class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background"><tbody><tr><td><br><strong>Teste diagnóstico</strong></td><td><br><strong>Comentários</strong></td><td><br><strong>Vantagens</strong></td><td><br><strong>Desvantagens</strong></td></tr><tr><td><br><strong>História clínica</strong></td><td><br>Diagnóstico clínico presuntivo de DRGE pode ser estabelecido se sintomas típicos em pacientes sem sinais de alarme</td><td><br>&#8211; Fácil utilização na atenção primária<br>&#8211; Sem custos</td><td><br>&#8211; Sensibilidade e especificidade limitadas<br>&#8211; Sobreposição de queixas com outras afecções esofagogástricas</td></tr><tr><td><br><strong>Teste empírico de supressão ácida</strong></td><td><br>Conduta possível dos pontos de vista terapêutico e diagnóstico. Positivo se sintomas melhoram com uso de inibidor de <br>bombas de prótons</td><td><br>&#8211; Fácil utilização na atenção primária<br>&#8211; Baixos custos</td><td><br>&#8211; Sensibilidade e especificidade limitadas<br>&#8211; Outras afecções esofagogástricas também melhoram com supressão ácida</td></tr><tr><td><br><strong>Endoscopia digestiva alta (EDA)</strong></td><td><br>Deve ser realizada em pacientes com sinais de alarme ou sintomas refratários</td><td><br>&#8211; Possibilita diagnóstico de esofagite, hérnia de hiato e complicações da DRGE (sangramento, úlceras, estenose, esôfago de Barrett)<br>&#8211; Permite diagnóstico diferencial<br>&#8211; Elevada especificidade</td><td><br>&#8211; Baixa sensibilidade: 70% dos pacientes com DRGE sem tratamento apresentam mucosa normal (não-erosiva)<br>&#8211; Exame invasivo<br>&#8211; Custo elevado</td></tr><tr><td><br><strong>pHmetria esofágica</strong></td><td><br>Utiliza cateter transnasal (24h). Não é necessária de rotina. Importante em pacientes com sintomas refratários ou avaliação pré-operatória.</td><td><br>&#8211; Permite determinar exposição ácida esofágica anormal, frequência do refluxo e associação entre sintomas e episódios de refluxo<br>&#8211; Fácil de realizar<br>&#8211; Análise automática acurada</td><td><br>&#8211; Desconfortável para o paciente, que modifica o comportamento do dia-a-dia<br>&#8211; Não se considera variação diária<br>&#8211; Requer manometria esofágica</td></tr><tr><td><br><strong>pHmetria esofágica sem fio</strong></td><td><br>Utiliza cápsula sem fio</td><td><br>&#8211; Não necessita do uso de cateter transnasal (mais confortável e com isso não modifica comportamentos do dia-a-dia)<br>&#8211; Permite monitorização mais prolongada (48-96h)<br>&#8211; Análise automática acurada</td><td><br><br>&#8211; Requer EDA para colocação da cápsula<br>&#8211; Alguns pacientes podem apresentar disfagia, necessitando da retirada<br>&#8211; Cápsula pode se deslocar precocemente<br>&#8211; Alto custo e pouca disponibilidade</td></tr><tr><td><br><strong>Impedâncio-pHmetria esofágica</strong></td><td><br>Utiliza cateter transnasal (24h)</td><td><br>&#8211; Permite detecção de refluxo não-ácido e aerofagia</td><td><br>&#8211; Desconfortável para o paciente<br>&#8211; Não se considera variação diária<br>&#8211; Requer manometria esofágica<br>&#8211; Alto custo e pouca disponibilidade<br>&#8211; Análise automática limitada</td></tr><tr><td><br><strong>Manometria esofágica</strong></td><td><br>Recomendada na avaliação pré-operatória da DRGE e em pacientes com queixa de disfagia</td><td><br>&#8211; Identifica hipotonia da junção esofagogástrica, hérnia de hiato e hipomotilidade esofágica<br>&#8211; Permite descartar outros distúrbios motores do esôfago, como acalásia</td><td><br>&#8211; Desconfortável para o paciente<br>&#8211; Não confirma o diagnóstico de DRGE</td></tr></tbody></table></div><figcaption class="wp-element-caption"><br><strong>Tabela 1</strong> &#8211; Vantagens e desvantagens dos principais métodos diagnósticos utilizados em doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).<br><br>Fonte: Adaptado de Vaezi e Sifrim (2018)<sup>2</sup>, Gyawali et al. (2018)<sup>5</sup>, Fisichella et al. (2017)<sup>7</sup>, Yadlapati et al (2022)<sup>8</sup>, Kavitt e Vaezi (2021)<sup>9</sup> e Zerbib (2021)<sup>10</sup></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-comentarios-adicionais"><strong>Comentários adicionais</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-a-diagnostico-clinico"><strong>a) Diagnóstico clínico</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pirose e/ou regurgitação são rotineiramente os sintomas mais confiáveis para o diagnóstico clínico presuntivo de DRGE. Contudo, pode existir sobreposição de queixas com outras afecções esofagogástricas, como gastroparesia, acalasia, pirose funcional e esofagite eosinofílica.<sup>2,3</sup> Uma revisão sistemática identificou que tais sintomas apresentavam sensibilidade e especificidade, respectivamente, de 30-76% e 62-96% para a presença de esofagite erosiva.<sup>11</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, a terapia empírica com IBP para pacientes com sintomas de DRGE sem sinais de alarme é conduta possível tanto do ponto de vista terapêutico como ferramenta diagnóstica. Uma resposta positiva à terapia de supressão ácida confirmaria a suspeita.<sup>3,12</sup> Entretanto, uma metanálise prévia sugeriu limitações desta abordagem, com sensibilidade de 78% e especificidade de 54%.<sup>13</sup></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-b-endoscopia-digestiva-alta"><strong>b) Endoscopia digestiva alta</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A endoscopia digestiva alta (EDA) é geralmente o primeiro exame para investigação de DRGE, principalmente em pacientes com sinais de alarme (disfagia, vômitos, perda ponderal, idade maior que 50 anos, anemia) ou sintomas refratários.<sup>8,14</sup> Contudo, apesar de apresentar alta especificidade, a endoscopia tem baixa sensibilidade, podendo ser normal em dois terços dos casos sem tratamento.<sup>2,15</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">A EDA contribui para diagnóstico de DRGE ao identificar esofagite, hérnia de hiato e complicações (sangramento, úlceras, estenose, esôfago de Barrett), além de permitir afastar outros diagnósticos diferenciais, tais como malignidades, esofagite eosinofílica e esofagite infecciosa.<sup>7</sup> A principal padronização utilizada para definição de esofagite erosiva (EE) é a classificação de Los Angeles, que avalia a extensão de erosões em esôfago distal utilizando os seguintes critérios:<sup>16</sup></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Grau A: Erosões lineares não confluentes e menores que 5 mm;</li>



<li>Grau B: Erosões lineares não confluentes e maiores que 5 mm;</li>



<li>Grau C: Erosões confluentes que ocupam menos de 75% da circunferência esofágica;</li>



<li>Grau D: Erosões confluentes que ocupam mais de 75% da circunferência esofágica;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a esofagite erosiva está presente em apenas 30 a 40% dos pacientes com pirose.<sup>5</sup> Em indivíduos em uso de IBP, esse achado passa a ser descrito em menos de 10% das endoscopias.<sup>5,17</sup> Um grande estudo de banco de dados identificou esofagite em apenas 17,3% de 280.075 endoscopias, sendo que 79% delas eram graus A ou B de Los Angeles.<sup>18</sup> Além disso, existe variação interobservador nos casos de esofagite erosiva grau A de Los Angeles e este achado pode estar presente em até 5,0 a 7,5% de indivíduos assintomáticos.<sup>5,19</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o consenso de Lyon publicado inicialmente em 2018, apenas esofagites graus C e D de Los Angeles, estenose péptica e esôfago de Barrett seriam achados confirmatórios de DRGE na EDA.<sup>5</sup> Posteriormente em 2022, tanto o consenso sobre DRGE da <em>American Gastroenterological Association</em> (AGA) como do <em><a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/esofago/highlights-sobre-diagnostico-de-doenca-do-refluxo-gastroesofagico-drge-novo-guideline-do-american-college-of-gastroenterology-acg-2022/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">American College of Gastroenterology</a></em> (ACG) sugeriram que esofagite erosiva grau B de Los Angeles associada a sintomas típicos deveria ser também considerada como achado confirmatório de DRGE.<sup>3,8</sup> Nesta mesma direção, a atualização 2.0 do consenso de Lyon (2023) também passou a incluir pacientes com esofagite erosiva grau B como evidência conclusiva para diagnóstico de DRGE, pois estudos de validação evidenciaram que estes casos apresentam AET similar àqueles com esofagite grau C.<sup>6,20</sup> Como foi exposto, porém, estas alterações endoscópicas não são frequentes e, por isso, a sensibilidade da EDA é considerada baixa.<sup>2,18</sup></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-c-manometria-esofagica"><strong>c) Manometria esofágica</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a manometria esofágica não diagnostique DRGE, tem papel central na avaliação desta patologia, uma vez que avalia a função motora da JEG e a peristalse de corpo esofágico, permitindo descartar distúrbios primários da motilidade esofágica.<sup>7,21</sup> Além disso, permite localização da borda superior do EIE para orientar posicionamento adequado do cateter de pHmetria.<sup>7</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última década, a manometria de alta resolução (MAR) tornou-se mais disponível em nosso país.<sup>22,23</sup> O cateter da MAR apresenta mais sensores do que a manometria convencional, registrando a pressão esofágica sem lacunas significativas dos dados ao longo do comprimento de todo o esôfago.<sup>21,24,25</sup> As pressões obtidas são apresentadas em imagens espaço-temporais das pressões esofágicas codificadas por cores (<em>clouse plots</em>), com análise visualmente intuitiva e simultânea da faringe ao estômago.<sup>25</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à manometria convencional, a MAR permite a localização mais fácil e imediata dos marcos anatômicos, tornando o teste mais rápido, menos desconfortável para o paciente pelo tempo reduzido de exame, menos susceptível à variabilidade interobservador e mais fácil de interpretar e compensar os artefatos de movimentos.<sup>23,26</sup></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-d-phmetria-esofagica"><strong>d) pHmetria esofágica</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A pHmetria esofágica prolongada permite a comprovação da presença de refluxo gastroesofágico patológico.<sup>27</sup> Apesar de sua utilidade, é exame desconfortável e deve ser reservado para casos em que os sintomas não respondem adequadamente à terapia empírica com IBP. Quando ainda não houver confirmação diagnóstica pelos achados da EDA (EE graus B, C e D de Los Angeles, Barrett longo ou estenose péptica), deve ser realizado após a suspensão de terapia supressora ácida por pelo menos 7 dias.<sup>5,8</sup> Também deve ser realizado antes de procedimentos cirúrgicos, pois é importante preditor de boa resposta terapêutica.<sup>3</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Classicamente, é realizada por meio de cateter introduzido via transnasal com um ou mais sensores de pH. Posiciona-se sensor distal 5 cm acima da borda superior do EIE, previamente identificado por manometria. O refluxo ácido é definido como queda de pH esofágico abaixo de 4.<sup>27–29</sup> A percentagem de tempo de pH &lt; 4 durante o tempo total é denominada de tempo de exposição ácida total (AET, sigla já consagrada para <em>acid exposure time</em>) e é a medida mais confiável para diagnóstico de DRGE.<sup>5</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">A depender da referência utilizada, o limite superior de normalidade do AET é considerado entre 3,7 e 5,8%.<sup>28</sup> Buscando maior padronização, o consenso de Lyon convencionou em 2018 que valores de AET acima de 6% são confirmatórios para DRGE e abaixo de 4% excluem esse diagnóstico. Definiu-se, portanto, o intervalo de 4 a 6% como uma “zona cinzenta” que depende de evidências auxiliares para confirmação de DRGE (<a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/esofago/atualizacoes-no-diagnostico-de-drge-consenso-de-lyon-2-0-2023/">vide publicação do Consenso de Lyon clicando aqui</a>).<sup>5,10</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pHmetria também pode ser realizada sem cateter, utilizando-se cápsula sem fio que é fixada à mucosa esofágica durante endoscopia, 6 cm acima da JEG.<sup>30</sup> Desta forma, o paciente não tem desconforto do cateter transnasal e passa a tolerar melhor o exame, permitindo um período mais prolongado de monitorização (até 96 horas). No entanto, o custo elevado acaba limitando o uso desta técnica.<sup>8</sup></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-e-impedancio-phmetria"><strong>e) Impedâncio-pHmetria:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais detalhes, <a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/esofago/impedancio-phmetria-esofagica-principios-tecnicos/">clique aqui</a>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-pale-ocean-gradient-background has-background is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Conheça nosso curso <strong><a href="https://gastropedia.pub/pt/cursos/gastroenterologia-do-consultorio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gastroenterologia do Consultório</a></strong> e saiba como lidar com as queixas mais comuns que encontramos no dia a dia</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias"><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Jobe BA, Richter JE, Hoppo T, Peters JH, Bell R, Dengler WC, et al. Preoperative Diagnostic Workup before Antireflux Surgery: An Evidence and Experience-Based Consensus of the Esophageal Diagnostic Advisory Panel. J Am Coll Surg. 2013;217(4):586–97.</li>



<li>Vaezi MF, Sifrim D. Assessing Old and New Diagnostic Tests for Gastroesophageal Reflux Disease. Gastroenterology. 2018;154(2):289–301.</li>



<li>Katz PO, Dunbar KB, Schnoll-Sussman FH, Greer KB, Yadlapati R, Spechler SJ. ACG Clinical Guideline for the Diagnosis and Management of Gastroesophageal Reflux Disease. Am J Gastroenterol. 2022;117(1):27–56.</li>



<li>Maret-Ouda J, Markar SR, Lagergren J. Gastroesophageal Reflux Disease. JAMA. 2020;324(24):2536–47.</li>



<li>Gyawali CP, Kahrilas PJ, Savarino E, Zerbib F, Mion F, Smout A, et al. Modern diagnosis of GERD: the Lyon Consensus. Gut. 2018;67(7):1351–62.</li>



<li>Gyawali CP, Yadlapati R, Fass R, Katzka D, Pandolfino J, Savarino E, et al. Updates to the modern diagnosis of GERD: Lyon consensus 2.0. Gut. 2023;gutjnl-2023-330616.</li>



<li>Fisichella PM, Andolfi C, Orthopoulos G. Evaluation of Gastroesophageal Reflux Disease. World J Surg. 2017;41(7):1672–7.</li>



<li>Yadlapati R, Gyawali CP, Pandolfino JE, Chang K, Kahrilas PJ, Katz PO, et al. AGA Clinical Practice Update on the Personalized Approach to the Evaluation and Management of GERD: Expert Review. Clin Gastroenterol Hepatol. 2022 May;20(5):984–94.</li>



<li>Kavitt RT, Vaezi MF. New Diagnostic Tests for GERD. In: The Esophagus. Wiley; 2021. p. 208–17</li>



<li>Zerbib F. Diagnosis of GORD: is the ‘grey area’ expanding? Gut. 2021;70(12):2221–2.</li>



<li>Moayyedi P, Talley NJ, Fennerty MB, Vakil N. Can the Clinical History Distinguish Between Organic and Functional Dyspepsia? JAMA. 2006 Apr 5;295(13):1566–76.</li>



<li>Vaezi MF, Pandolfino JE, Vela MF, Shaheen NJ. White Paper AGA: Optimal Strategies to Define and Diagnose Gastroesophageal Reflux Disease. Clin Gastroenterol Hepatol. 2017/03/28. 2017;15(8):1162–72.</li>



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<li>Queiroz NSF. Parâmetros da manometria de alta resolução para avaliação da junção esofagogástrica e suas relações com o padrão de refluxo avaliado por monitorização prolongada. Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; 2017.</li>



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<li>Fontes LHS, Navarro-Rodriguez T. Esofagomanometria e pHmetria esofágica: Guia prático. 1st ed. São Paulo: Editora Atheneu; 2012. 176 p.</li>



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</ol>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-citar-este-artigo">Como citar este artigo</h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background wp-block-paragraph">Lages RB. Papel dos diferentes métodos diagnósticos na abordagem da doença do refluxo gastroesofágico Gastropedia 2024, vol. 2. Disponível em: <a href="https://gastropedia.pub/pt/?p=8502" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://gastropedia.pub/pt/sem-categoria/papel-dos-diferentes-metodos-diagnosticos-na-abordagem-da-doenca-do-refluxo-gastroesofagico</a></p>
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