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	<title>Arquivos obesidade - Gastropedia</title>
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	<description>Atualização médica de forma descomplicada para profissionais que trabalham com saúde do aparelho digestivo.</description>
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	<title>Arquivos obesidade - Gastropedia</title>
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		<title>Repensando a obesidade: Como a nova definição pode transformar o cuidado clínico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Cohen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 09:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A publicação da <em>Lancet Commission on the Definition and Diagnosis of Clinical Obesity</em> (1) representa um marco importante na forma como a obesidade é compreendida, diagnosticada e tratada globalmente. Ao propor novas definições baseadas em evidências e centradas na fisiopatologia da doença, a <strong>Comissão desafia o uso exclusivo do índice de massa corporal (IMC) como critério diagnóstico e promove uma abordagem mais individualizada e clinicamente significativa</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-de-uma-medida-simples-a-uma-doenca-complexa"><strong>De uma medida simples a uma doença complexa</strong></h2>



<p>Tradicionalmente, a obesidade tem sido diagnosticada com base em pontos de corte de IMC, sem levar em consideração o contexto clínico do indivíduo. Essa abordagem simplificada tem contribuído para diagnósticos errôneos — tanto falsos positivos quanto falsos negativos — e para o estigma generalizado que associa obesidade a uma falha de caráter ou estilo de vida.</p>



<p>A <em>Lancet Commission</em> redefine a obesidade como uma <strong>doença crônica e multifatorial caracterizada por excesso de gordura corporal que compromete a saúde</strong>, independentemente do IMC.</p>



<p>Ela propõe a distinção entre dois espectros:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Obesidade pré-clínica</strong>: há acúmulo de gordura de forma, mas sem sinais e sintomas ou comprometimento das atividades diárias no presente;</li>



<li><strong>Obesidade clínica</strong>: já há sinais e sintomas (18 descritos em adultos e 13 em adolescentes) diretamente relacionadas com o excesso de tecido adiposo e/ou comprometimento das atividades diárias no presente.</li>
</ul>



<p>Essa mudança de paradigma tem implicações profundas para a prática clínica.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-diagnostico-mais-precoce-e-individualizado"><strong>Diagnóstico mais precoce e individualizado</strong></h2>



<p>Ao desvincular a definição de obesidade do IMC como único marcador, abre-se espaço para <strong>diagnósticos mais precoces e precisos</strong>. Ferramentas como avaliação da composição corporal, distribuição de gordura (por exemplo, gordura visceral), marcadores metabólicos (como resistência à insulina, dislipidemia), testes funcionais e histórico familiar ganham papel central na avaliação.</p>



<p><strong>Isso é particularmente importante para pacientes que não atingem os limiares tradicionais de IMC, mas que apresentam complicações clínicas relacionadas à adiposidade</strong>. A nova definição permite identificar e intervir nesses casos antes que a progressão da doença leve a danos irreversíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-abordagem-multidisciplinar-e-longitudinal"><strong>Abordagem multidisciplinar e longitudinal</strong></h2>



<p>Com a adoção das novas definições, reforça-se a necessidade de uma <strong>abordagem multidisciplinar</strong>, com participação ativa de endocrinologistas, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, cirurgiões bariátricos, entre outros. A obesidade deixa de ser tratada como um evento isolado e passa a ser compreendida como uma <strong>condição crônica que exige acompanhamento longitudinal</strong>, semelhante ao que já é feito com outras doenças como diabetes ou hipertensão.</p>



<p>Isso implica mudanças na organização dos sistemas de saúde, com desenvolvimento de linhas de cuidado específicas, centros especializados, capacitação de profissionais e incorporação de novas tecnologias diagnósticas e terapêuticas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-reducao-do-estigma-e-aumento-do-engajamento"><strong>Redução do estigma e aumento do engajamento</strong></h2>



<p>Retirando o diagnóstico feito por “corpulência” e reforçando o caráter biológico e multifatorial da obesidade, a <em>Lancet Commission</em> contribui para <strong>reduzir o estigma</strong> enfrentado por pessoas que vivem com essa condição. Essa mudança de narrativa é fundamental para aumentar o <strong>engajamento dos pacientes</strong>, muitos dos quais não reconhecem que têm uma doença ou se sentem culpados e, por isso, evitam procurar ajuda.</p>



<p>A definição mais clara e fundamentada pode favorecer o diálogo entre profissionais e pacientes, permitindo conversas mais empáticas e produtivas. Também serve como base para campanhas de educação pública, políticas de saúde e ações de prevenção em larga escala.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-implicacoes-para-acesso-a-tratamento"><strong>Implicações para acesso a tratamento</strong></h2>



<p>A obesidade como definida até então como um fator de risco para outras doenças leva a uma confusão de estratégias de tratamento. Se é considerada um fator de risco somente, as intervenções terapêuticas podem ser consideradas profiláticas. Um dos impactos mais tangíveis das novas definições clínicas da obesidade será o <strong>acesso ampliado a tratamentos</strong>, incluindo terapias farmacológicas e cirurgia bariátrica/metabólica. Atualmente, muitos sistemas de saúde limitam a elegibilidade para esses tratamentos com base estrita no IMC, mesmo quando há indicações clínicas claras.</p>



<p>Ao adotar critérios que levem em conta o estado clínico e o risco individual, pacientes com <strong>obesidade clínica, mesmo com IMC mais baixos</strong>, poderão ser considerados para intervenções antes da deterioração do quadro. Isso é não apenas mais ético, como também mais eficiente do ponto de vista de saúde pública, evitando o acúmulo de comorbidades e custos futuros.</p>



<p>Já aqueles com <strong>obesidade</strong> <strong>pré-clínica</strong>, necessitam de acompanhamento e, dependendo de seu risco, são tratados pela melhor opção, seja clínica ou cirúrgica.  Obesidade clínica é uma doença por si só, não sendo necessária outra doença para caracterizá-la. Porém, se o indivíduo é portador de obesidade pré-clínica e tem também diabetes tipo 2, ele(a) deve ser tratado, já que controlar a obesidade é fundamental para seu tratamento. </p>



<p>Como a obesidade clínica tem sinais e sintomas relacionados a complicações do excesso de gordura, quando esses fatores forem controlados podemos obter a remissão da obesidade, exatamente como qualquer enfermidade. Se a depressão for tratada com a medicação adequada e seus sinais e sintomas controlados, pode-se dizer que está clinicamente controlada. Por que não para a obesidade?</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-influencia-em-diretrizes-e-politicas-publicas"><strong>Influência em diretrizes e políticas públicas</strong></h2>



<p>As definições propostas pela <em>Lancet Commission</em> devem servir de base para a <strong>revisão de diretrizes clínicas internacionais e nacionais</strong>. </p>



<p>Organizações como a OMS, sociedades médicas e entidades reguladoras de saúde pública poderão adaptar seus critérios diagnósticos e de tratamento, com impacto direto sobre a cobertura por planos de saúde, políticas de prevenção e financiamento de cuidados. As novas definições do espectro obesidade pré-clínica/clínica, permite planejar estratégias diferentes de prevenção e de tratamentos. Quem é portador da doença no presente (obesidade clínica) deve ser priorizado. E aqueles no espectro da obesidade pré-clínica devem ser seguidos e&nbsp; tratados no momento que necessitarem.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Além disso, as novas definições poderão orientar <strong>pesquisas clínicas</strong>, melhorando a seleção de participantes, a estratificação de risco e a comparação de resultados entre estudos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-conclusao"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>As novas definições propostas pela <em>Lancet Commission on Obesity</em> marcam uma virada histórica na compreensão e manejo clínico da obesidade. Elas promovem uma abordagem baseada em ciência, centrada no paciente, e mais justa em termos de acesso e equidade.</p>



<p>Sua adoção poderá melhorar a detecção precoce, guiar intervenções mais eficazes, reduzir o estigma, e, acima de tudo, <strong>reconhecer a obesidade como a doença crônica e séria que de fato é</strong> — exigindo respostas clínicas, sociais e políticas à altura de sua complexidade e impacto.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias"><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Rubino F, Cummings DE, Eckel RH, CohenRV et al. Definition and diagnostic criteria of clinical obesity [published correction appears in Lancet Diabetes Endocrinol. 2025 Mar;13(3):e6. doi: 10.1016/S2213-8587(25)00006-3.]. Lancet Diabetes Endocrinol. 2025;13(3):221-262. doi:10.1016/S2213-8587(24)00316-4</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-citar-este-artigo"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Cohen RV. Repensando a obesidade: Como a nova definição pode transformar o cuidado clínico; Gastropedia 2025, Vol 1. Disponível em: <a href="https://gastropedia.pub/pt/?p=9829" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/repensando-a-obesidade-como-a-nova-definicao-pode-transformar-o-cuidado-clinico/</a></p>
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		<title>Doença do refluxo gastroesofágico no paciente com obesidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anna Carolina Batista Dantas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Estômago]]></category>
		<category><![CDATA[Gastroenterologia]]></category>
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		<category><![CDATA[drge]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[refluxo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) é bastante comum na população geral, com prevalência de 10 a 20%. Nos pacientes com obesidade essa prevalência chega a ser o dobro. Os&#8230;</p>
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<p>A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) é bastante comum na população geral, com prevalência de 10 a 20%. Nos pacientes com obesidade essa prevalência chega a ser o dobro.</p>



<p>Os mecanismos envolvidos no aumento do risco de DRGE na obesidade são devidos ao aumento da pressão abdominal, levando a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumento do relaxamento transitório do esfíncter inferior do esôfago</li>



<li>Hérnia de hiato</li>



<li>Diminuição do clearence esofágico</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p>A prevalência da DRGE está diretamente relacionada à gravidade da obesidade e ao IMC (Índice de Massa Corpórea). Pacientes com obesidade (IMC &gt; 30) têm mais episódios de refluxo e pior escore de DeMeester do que aqueles com sobrepeso (IMC &gt; 25). Em candidatos à cirurgia bariátrica, aqueles com IMC &gt; 50 têm esofagite erosiva com maior prevalência aos com IMC &gt; 40 e assim sucessivamente. Apesar disso, é incomum o achado de esofagite grave (C/D) ou até mesmo o diagnóstico de Esôfago de Barrett.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como deve ser a investigação da DRGE no pré-operatório da cirurgia bariátrica?</strong></h3>



<p>Apesar de ser rotina na maioria dos serviços de bariátrica no Brasil, até recente havia grande controvérsia na literatura internacional em relação à Endoscopia Digestiva Alta (EDA) no preparo para a cirurgia bariátrica.</p>



<p>A recomendação atual conforme consenso de sociedade internacional é o seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>EDA deve ser considerada para todos os pacientes com sintomas gastrointestinais que planejam realizar cirurgia bariátrica devido à frequência de achados que podem mudar conduta</li>



<li>EDA deve ser considerada também para aqueles sem sintomas devido à chance de 25% de achados endoscópicos incidentais que podem mudar conduta ou até contraindicar a cirurgia bariátrica</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a presença de DRGE influencia na escolha técnica da bariátrica?</strong></h2>



<p>Atualmente a Gastrectomia Vertical (GV) é a cirurgia bariátrica mais realizada no mundo. Entretanto, com seguimento a longo prazo, temos visto com maior frequência casos com DRGE no pós-operatório. Em algumas situações, muito sintomático e refratário à tratamento clínico, com necessidade de cirurgia revisional para conversão ao Bypass Gástrico em Y-de-Roux (BGYR).</p>



<p>Não há conduto, evidências fortes em relação a fatores de risco no pré-operatório que possam prever quais pacientes vão evoluir com refluxo de novo. Sabemos somente que aqueles com DRGE patológica, conforme critérios de Lyon, tendem a piorar após a GV.</p>



<p>Por tudo isso, a presença de DRGE deve ser ponderada na decisão conjunta com o paciente entre GV ou Bypass. De modo geral, mas não obrigatoriamente, devemos favorecer Bypass Gástrico em caso de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Esofagite Erosiva graus C ou D de Los Angeles</li>



<li>Esôfago de Barrett</li>



<li>Hérnia de hiato</li>



<li>Alterações motoras do esôfago</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p>Dantas, A. Doença do refluxo gastroesofágico no paciente com obesidade. Gastropedia; 2022 Disponível em: <a href="https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/obesidade/doenca-do-refluxo-gastroesofagico-no-paciente-com-obesidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/obesidade/doenca-do-refluxo-gastroesofagico-no-paciente-com-obesidade/</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Referencias:</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Ayazi S, Hagen JA, Chan LS, DeMeester SR, Lin MW, Ayazi A, Leers JM, Oezcelik A, Banki F, Lipham JC, DeMeester TR, Crookes PF. Obesity and gastroesophageal reflux: quantifying the association between body mass index, esophageal acid exposure, and lower esophageal sphincter status in a large series of patients with reflux symptoms. J Gastrointest Surg. 2009 Aug;13(8):1440-7.</li>



<li>Derakhshan MH, Robertson EV, Fletcher J, Jones GR, Lee YY, Wirz AA, McColl KE. Mechanism of association between BMI and dysfunction of the gastro-oesophageal barrier in patients with normal endoscopy. Gut. 2012 Mar;61(3):337-43.</li>



<li>Brown WA, Johari Halim Shah Y, Balalis G, Bashir A, Ramos A, Kow L, Herrera M, Shikora S, Campos GM, Himpens J, Higa K. IFSO Position Statement on the Role of Esophago-Gastro-Duodenal Endoscopy Prior to and after Bariatric and Metabolic Surgery Procedures. Obes Surg. 2020 Aug;30(8):3135-3153. doi: 10.1007/s11695-020-04720-z. PMID: 32472360.</li>



<li>Bolckmans, R., Roriz-Silva, R., Mazzini, G.S. <em>et al.</em> Long-Term Implications of GERD After Sleeve Gastrectomy. <em>Curr Surg Rep</em> <strong>9, </strong>7 (2021).</li>



<li>Sebastianelli L, Benois M, Vanbiervliet G, Bailly L, Robert M, Turrin N, Gizard E, Foletto M, Bisello M, Albanese A, Santonicola A, Iovino P, Piche T, Angrisani L, Turchi L, Schiavo L, Iannelli A. Systematic Endoscopy 5 Years After Sleeve Gastrectomy Results in a High Rate of Barrett&#8217;s Esophagus: Results of a Multicenter Study. Obes Surg. 2019 May;29(5):1462-1469.</li>
</ol>
<p>O post <a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/estomago/doenca-do-refluxo-gastroesofagico-no-paciente-com-obesidade/">Doença do refluxo gastroesofágico no paciente com obesidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://gastropedia.pub/pt">Gastropedia</a>.</p>
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