<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos adenomiose - Gastropedia</title>
	<atom:link href="https://gastropedia.pub/pt/tag/adenomiose/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://gastropedia.pub/pt/tag/adenomiose/</link>
	<description>Atualização médica de forma descomplicada para profissionais que trabalham com saúde do aparelho digestivo.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 14 Sep 2023 13:05:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>http://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2022/11/favicon.png</url>
	<title>Arquivos adenomiose - Gastropedia</title>
	<link>https://gastropedia.pub/pt/tag/adenomiose/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Adenomiomatose da Vesícula Biliar</title>
		<link>https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/adenomiomatose-da-vesicula-biliar/</link>
					<comments>https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/adenomiomatose-da-vesicula-biliar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 09:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatopancreatobiliar]]></category>
		<category><![CDATA[adenomiose]]></category>
		<category><![CDATA[pólipos de vesícula]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gastropedia.pub/pt/?p=7430</guid>

					<description><![CDATA[<p>Introdução A adenomiomatose ou adenomiose (ADM) é uma condição benigna da vesícula biliar caracterizada pelo crescimento excessivo da mucosa, espessamento da parede muscular e presença de divertículos intramurais, conhecidos como&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/adenomiomatose-da-vesicula-biliar/">Adenomiomatose da Vesícula Biliar</a> apareceu primeiro em <a href="https://gastropedia.pub/pt">Gastropedia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading" id="h-introducao"><strong>Introdução</strong></h2>



<p>A adenomiomatose ou adenomiose (ADM) é uma condição benigna da vesícula biliar caracterizada pelo crescimento excessivo da mucosa, espessamento da parede muscular e presença de divertículos intramurais, conhecidos como sinusoides de Rokitansky-Aschoff (RAS).</p>



<p>Neste artigo vamos revisar as características patológicas, epidemiológicas e de diagnóstico da adenomiomatose, tecendo um breve comentário sobre o tratamento</p>



<details class="wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow"><summary>Para saber mais sobre pólipos da vesícula biliar, confira esse outro artigo:</summary>
<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-gastropedia wp-block-embed-gastropedia"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="90HoiSfQJG"><a href="https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/polipos-de-vesicula-biliar/">Pólipos de Vesícula Biliar</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Pólipos de Vesícula Biliar&#8221; &#8212; Gastropedia" src="https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/polipos-de-vesicula-biliar/embed/#?secret=7egFAAD9sY#?secret=90HoiSfQJG" data-secret="90HoiSfQJG" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<div style="height:65px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
</details>



<div style="height:54px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-epidemiologia"><strong>Epidemiologia</strong></h2>



<p>A adenomiomatose é relativamente comum, sendo encontrada em 1-9% das amostras de colecistectomia. Embora possa ocorrer em uma ampla faixa etária, os diagnósticos mais frequentes são em pacientes na faixa dos 50 anos. A incidência aumenta com a idade, provavelmente devido à inflamação prolongada.</p>



<p>A prevalência da adenomiomatose em relação ao gênero varia na literatura. Alguns estudos indicam que é mais comum em mulheres (3:1), enquanto outros afirmam que a prevalência é semelhante entre homens e mulheres. Não há preferência racial conhecida.</p>



<p>A causa da adenomiomatose é desconhecida, embora se acredite que seja uma resposta à inflamação crônica da vesícula biliar. Como os diagnósticos mais frequentes ocorrem na faixa dos 50 anos, a ideia de inflamação crônica como etiologia parece plausível.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-achados-patologicos"><strong>Achados Patológicos</strong></h2>



<p>A adenomiomatose é uma das colecistoses hiperplásicas, sendo a outra a colesterolose. Nessa condição, ocorre hiperplasia da parede com a formação de sinusóides de Rokitansky-Aschoff (divertículos intramurais revestidos por epitélio mucoso) que penetram na parede muscular da vesícula biliar, com ou sem espessamento da parede. O acúmulo de colesterol na adenomiomatose é intraluminal, já que cristais de colesterol precipitam na bile retida nos sinusóides de Rokitansky-Aschoff.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-1-RAS.jpeg"><img decoding="async" src="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-1-RAS-1024x730.jpeg" alt="" class="wp-image-7432" style="width:640px" width="640" srcset="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-1-RAS-1024x730.jpeg?v=1694031614 1024w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-1-RAS-300x214.jpeg?v=1694031614 300w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-1-RAS-768x547.jpeg?v=1694031614 768w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-1-RAS-1170x834.jpeg?v=1694031614 1170w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-1-RAS-585x417.jpeg?v=1694031614 585w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-1-RAS.jpeg?v=1694031614 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><br>Os seios de Rokitansky-Aschoff consistem em invaginações do epitélio na camada muscular que produzem pequenos divertículos intramurais. Por si só, essa condição não apresenta significado clínico. Um diagnóstico histológico de adenomiomatose requer que os seios de Rokitansky-Aschoff sejam profundos, ramificados e acompanhados de hipertrofia da camada muscular.<br>Fonte: <em>Sleisenger and Fordtran’s Gastrointestinal and liver disease 9th ed p 1146 – 1149</em></figcaption></figure>
</div>


<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Existem três formas macroscópicas de adenomiomatose (Fig. 2):</p>



<ul class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background wp-block-list">
<li>A forma <strong>segmentar</strong> (&gt; 60%): forma uma espécie de diafragma entre o colo e o fundo da vesícula biliar, separando-a em duas zonas comunicantes.</li>



<li>A forma <strong>localizada</strong> (30%): geralmente ocorre no fundo da vesícula.</li>



<li>A forma <strong>difusa</strong> (mais rara &lt;5%): espessamento parietal que afeta toda a parede da vesícula.</li>
</ul>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Figura-2-Adenomiomatose.png"><img decoding="async" src="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Figura-2-Adenomiomatose-1024x612.png" alt="" class="wp-image-7433" style="width:640px" width="640" srcset="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Figura-2-Adenomiomatose-1024x612.png 1024w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Figura-2-Adenomiomatose-300x179.png 300w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Figura-2-Adenomiomatose-768x459.png 768w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Figura-2-Adenomiomatose-1170x699.png 1170w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Figura-2-Adenomiomatose-585x350.png 585w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/Figura-2-Adenomiomatose.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><br><em>Formas macroscópicas da adenomiomatose</em></figcaption></figure>
</div>


<p>No tipo localizado, a adenomiomatose pode causar um espessamento mucoso focal na parede da vesícula formando um nódulo, geralmente no fundo, que se projeta para o lúmen, dando a aparência de um pólipo na ultrassonografia. A camada muscular na área afetada costuma estar espessada de três a cinco vezes a sua espessura normal.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-quadro-clinico"><strong>Quadro Clínico</strong></h2>



<p>Geralmente, a adenomiomatose é assintomática, sendo descoberta incidentalmente por exames de imagem ou após colecistectomia, mas pode apresentar sintomas. Em raras situações, pode causar dores semelhantes a cólicas biliares no hipocôndrio direito. No entanto, como metade dos casos de ADM está associada a cálculos biliares, é difícil atribuir especificamente à ADM a causa dessas dores.</p>



<p>Não há evidência de que a presença de adenomiomatose aumente o risco de câncer de vesícula biliar. Porém, a presença de adenomiomatose está associada a casos mais avançados de câncer de vesícula biliar, possivelmente porque sua presença dificulta o diagnóstico precoce por exames de imagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-diagnostico-radiologico"><strong>Diagnóstico Radiológico</strong></h2>



<p>Uma vez que a ADM não apresenta sintomas específicos, a imagem desempenha um papel fundamental no seu diagnóstico diferencial. Cerca de 25% dos casos de espessamento da parede da vesícula biliar (parede &gt; 3 mm) são devidos à ADM.</p>



<p>Atualmente, o diagnóstico baseia-se na ultrassonografia (US) e frequentemente é incidental. A USG apresenta uma sensibilidade de cerca de 65%.</p>



<p>Os sinais sugestivos incluem parede espessada, conteúdo luminal anecoico ou ecogênico (lodo, cálculos), imagens murais pseudocísticas correspondendo aos seios de Rokitansky-Aschoff e artefatos de reverberação acústica (cauda de cometa) devido a concreções de cálcio presas nos RAS.</p>



<p>A ultrassonografia endoscópica melhora a sensibilidade da USG transabdominal, especialmente para o diagnóstico diferencial com câncer da VB.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-ultrassonografia"><strong>Ultrassonografia</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>espessamento mural (difuso, focal, anular)
<ul class="wp-block-list">
<li>forma segmentar é especialmente difícil de distinguir do <a href="https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/adenocarcinoma-de-vesicula-biliar-como-proceder-diante-do-diagnostico-inesperado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">carcinoma de vesícula biliar</a></li>
</ul>
</li>



<li>artefato de cauda de cometa: focos intramurais ecogênicos dos quais emanam artefatos de reverberação em forma de V são altamente específicos para a adenomiomatose, representando os cristais de colesterol no lumen dos seios de Rokitansky-Aschoff</li>
</ul>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><a href="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose.jpg"><img decoding="async" src="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose.jpg" alt="" class="wp-image-7445" style="width:480px" width="480" srcset="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose.jpg?v=1694132004 611w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose-300x268.jpg?v=1694132004 300w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose-585x522.jpg?v=1694132004 585w" sizes="(max-width: 611px) 100vw, 611px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Espessamento segmentar hipoecoico no fundo da vesícula biliar, medindo 11×5mm,sugestivo de adenomiomatose. Imagem cedida pela Dra. Julia Mayumi Gregorio</em></figcaption></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading" id="h-tomografia-computadorizada"><strong>Tomografia Computadorizada</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>espessamento anormal da parede da vesícula biliar e realce são características comuns, mas não específicas, da TC para a adenomiomatose</li>



<li>os seios de Rokitansky-Aschoff maiores podem ser visualizados</li>



<li>foi descrito um sinal de rosário na TC, formado por epitélio realçado dentro de divertículos intramurais cercados pela camada muscular da vesícula biliar hipertrófica relativamente não realçada</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-ressonancia-nuclear-magnetica"><strong>Ressonância Nuclear Magnética</strong></h3>



<p>A Colangiopancreatografia por Ressonância Magnética (CPRM) é a técnica normalmente empregada para caracterização da vesícula biliar e árvore biliar. As características de imagem incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>espessamento mural</li>



<li>massa focal séssil</li>



<li>divertículos intramurais preenchidos com líquido</li>



<li>o sinal de colar de pérolas refere-se à disposição curvilínea característica de várias cavidades intramurais arredondadas hiperintensas visualizadas em imagens ponderadas em T2</li>



<li>configuração de ampulheta em tipos anulares</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="471" src="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS-1024x471.png" alt="" class="wp-image-7482" srcset="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS-1024x471.png 1024w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS-300x138.png 300w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS-768x353.png 768w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS-585x269.png 585w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS.png 1056w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-tratamento"><strong>Tratamento</strong></h2>



<p>Pacientes com características típicas de adenomiomatose na ultrassonografia não requerem vigilância ou colecistectomia.</p>



<p>A colecistectomia pode ser realizada nas seguintes situações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>paciente sintomático com dor no quadrante superior direito (geralmente devido a cálculos biliares)</li>



<li>aparência (especialmente quando focal) pode ser difícil de distinguir de malignidade.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-galeria-de-imagens"><strong>Galeria de Imagens</strong></h2>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="870" height="500" data-id="7486" src="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose1.png" alt="" class="wp-image-7486" srcset="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose1.png 870w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose1-300x172.png 300w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose1-768x441.png 768w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose1-585x336.png 585w" sizes="(max-width: 870px) 100vw, 870px" /><figcaption class="wp-element-caption">Forma localizada com focos anecoicos (RAS)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="806" height="570" data-id="7485" src="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose-fundica.png" alt="" class="wp-image-7485" srcset="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose-fundica.png 806w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose-fundica-300x212.png 300w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose-fundica-768x543.png 768w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose-fundica-585x414.png 585w" sizes="(max-width: 806px) 100vw, 806px" /><figcaption class="wp-element-caption">Espessamento hipoecoico focal no fundo da vesícula</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="400" data-id="7483" src="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_segmentar.png" alt="" class="wp-image-7483" srcset="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_segmentar.png 560w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_segmentar-300x214.png 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /><figcaption class="wp-element-caption">Forma seegmentar</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="516" data-id="7484" src="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose-cometa.png" alt="" class="wp-image-7484" srcset="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose-cometa.png 560w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose-cometa-300x276.png 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /><figcaption class="wp-element-caption">Aspecto de cauda de cometa</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="471" data-id="7482" src="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS-1024x471.png" alt="" class="wp-image-7482" srcset="https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS-1024x471.png 1024w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS-300x138.png 300w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS-768x353.png 768w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS-585x269.png 585w, https://gastropedia.pub/pt/wp-content/uploads/2023/09/adenomiomatose_RAS.png 1056w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<div style="height:52px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias"><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Golse N, Lewin M, Rode A, Sebagh M, Mabrut JY. Gallbladder adenomyomatosis: Diagnosis and management. J Visc Surg. 2017 Oct;154(5):345-353. doi: 10.1016/j.jviscsurg.2017.06.004. Epub 2017 Aug 24. PMID: 28844704.</li>



<li>Ryu Y, Abdeldjalil B, Molinari A, et al. Adenomyomatosis of the gallbladder. Reference article, Radiopaedia.org (Accessed on 24 Aug 2023) https://doi.org/10.53347/rID-7056</li>



<li>Wisam F Zakko, MD. Gallbladder polyps. Disponível em https://www.uptodate.com/contents/gallbladder-polyps</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-citar-este-artigo">Como citar este artigo</h2>



<p class="has-background" style="background-color:#d3dbe0">Martins BC. Adenomiomatose da Vesícula Biliar Gastropedia 2023; vol 2. Disponível em: <a href="https://gastropedia.pub/pt/?p=7430" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/adenomiomatose-da-vesicula-biliar/</a><br></p>
<p>O post <a href="https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/adenomiomatose-da-vesicula-biliar/">Adenomiomatose da Vesícula Biliar</a> apareceu primeiro em <a href="https://gastropedia.pub/pt">Gastropedia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://gastropedia.pub/pt/cirurgia/hepatopancreatobiliar/adenomiomatose-da-vesicula-biliar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
