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	<title>Arquivos oqueeacalasia - Gastroblog</title>
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	<title>Arquivos oqueeacalasia - Gastroblog</title>
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		<title>Acalásia: causas, sintomas e opções de tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Sauniti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 18:42:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[acalásia]]></category>
		<category><![CDATA[Causasdaacalásia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra as causas, sintomas e opções de tratamento para a acalásia, um distúrbio do esôfago que causa dificuldade na deglutição. Leia mais aqui!</p>
<p>O post <a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroblog/doencas/acalasia/">Acalásia: causas, sintomas e opções de tratamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroblog">Gastroblog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Acalásia é uma situação de saúde que pode afetar a qualidade de vida dos indivíduos acometidos; por isso, é de fundamental importância ter conhecimento sobre o assunto e saber como lidar com o problema.</p>



<p>Descubra as causas, sintomas e opções de tratamento para a acalásia, um distúrbio do esôfago que causa dificuldade na deglutição. Leia mais aqui!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é acalásia?</strong></h2>



<p>A acalásia é uma doença rara do sistema digestivo que afeta a capacidade do esôfago de realizar movimentos peristálticos adequados e relaxar corretamente o esfíncter esofágico inferior (EEI) durante a deglutição.&nbsp;</p>



<p>Essa condição leva a uma série de problemas no processo de passagem dos alimentos e líquidos do esôfago para o estômago, resultando em sintomas como dificuldade para engolir (disfagia), regurgitação, dor torácica,&nbsp; <a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroblog/gastrite/">azia</a> e perda de peso.</p>



<p>O esôfago é um órgão muscular que transporta o alimento da garganta até o estômago por meio de contrações musculares coordenadas, chamadas peristaltismo.&nbsp;</p>



<p>No entanto, na acalásia, ocorre uma deterioração das células nervosas que controlam essas contrações, resultando em uma incapacidade do esôfago de empurrar o alimento adequadamente.</p>



<p>O EEI, localizado na extremidade inferior do esôfago, também não relaxa de maneira adequada durante a deglutição, impedindo dessa forma a passagem adequada do alimento para o estômago, que fica acumulado no esôfago, levando a dilatação (aumento) do órgão.</p>



<p>Essa doença é crônica e pode ser progressiva ao longo do tempo.&nbsp;</p>



<p>Devido a isso, o diagnóstico e tratamento adequados são essenciais para controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes que sofrem com a situação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Causas da acalásia</strong></h2>



<p>A acalásia é dividida em primária e secundária. A primária, ou idiopática é aquela em que não se consegue identificar a sua causa. Já na secundária, a acalásia tem uma causa definida, como doenças do colágeno (doenças reumáticas) e no Brasil, principalmente, a doença de Chagas.&nbsp;</p>



<p>Hoje vamos falar da acalásia primária.</p>



<p>Embora as causas exatas da doença não sejam totalmente compreendidas, os pesquisadores têm feito progressos significativos para identificar os fatores que podem contribuir para o desenvolvimento dessa condição.</p>



<p>Uma das principais teorias sobre as causas da acalásia envolve problemas no sistema nervoso.&nbsp;</p>



<p>Acredita-se que uma desordem autoimune possa estar associada à degeneração dos nervos que controlam os movimentos peristálticos do esôfago e a abertura e fechamento do esfíncter esofágico inferior.</p>



<p>Além disso, estudos sugerem uma possível predisposição genética, o que significa que a doença pode ser herdada de um membro da família afetado.</p>



<p>Outra hipótese é que infecções virais ou bacterianas, como o vírus herpes simplex, possam desencadear uma resposta autoimune que resulte na deterioração dos nervos envolvidos na função esofágica.</p>



<p>Por outro lado, alguns pesquisadores também sugerem que certos fatores ambientais, como exposição a substâncias tóxicas ou poluentes, podem desempenhar um papel na manifestação da doença.</p>



<p>Embora o conhecimento sobre as causas da acalásia tenha avançado, ainda há muito a ser descoberto.</p>



<p>A pesquisa contínua nessa área tem sido fundamental para aprimorar os tratamentos existentes e ajudar a prevenir o desenvolvimento dessa condição debilitante.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas da acalásia</strong></h2>



<p>A acalásia pode causar diversos sintomas desconfortáveis sendo os principais:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Disfagia</strong></h3>



<p>A <a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroblog/dificuldade-para-engolir/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dificuldade em engolir</a> é um dos sintomas mais comuns da doença.</p>



<p>Pacientes podem sentir que os alimentos ou líquidos ficam presos no meio do peito, além da sensação de dificuldade em conduzi-los até o estômago.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Isso pode levar a engasgos frequentes e uma sensação persistente de obstrução na garganta.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Regurgitação</strong></h3>



<p>A regurgitação é uma das características mais comuns de quem lida com a condição, e ocorre quando o conteúdo do esôfago, que está acumulado, retrocede até a boca, gerando um sabor amargo ou ácido.&nbsp;</p>



<p>Esse <a href="https://gastropedia.pub/pt/gastroblog/refluxo-o-que-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">refluxo</a> pode ser inconveniente e desagradável, podendo ocorrer especialmente após as refeições.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dor torácica</strong></h3>



<p>Muitos pacientes relatam dor no peito, que pode ser leve ou intensa, e costuma ser sentida logo após as refeições ou durante a ingestão de líquidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Perda de peso</strong></h3>



<p>Como a dificuldade de engolir pode levar a uma ingestão alimentar reduzida, alguns pacientes experimentam perda de peso significativa e necessitam de atenção nutricional para gerir a situação da perda exagerada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sensação de saciedade constante</strong></h3>



<p>A sensação de que o alimento fica preso no esôfago pode levar a uma sensação de plenitude constante, mesmo após pequenas refeições, o que pode acarretar a perda de peso do paciente, que deixa de se alimentar adequadamente por causa desse sintoma.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tosse e pneumonias frequentes</strong></h3>



<p>A regurgitação do conteúdo do esôfago pode levar à aspiração de alimentos ou líquidos para os pulmões, resultando em tosse crônica ou pneumonias recorrentes.</p>



<p>Embora não seja um sintoma frequente ou que aparece com exatidão em todos os casos, deve ser levado em consideração já que sua ocorrência não é descartada.</p>



<p>É importante destacar que a acalásia é uma condição que requer atenção médica adequada.&nbsp;</p>



<p>Os sintomas podem piorar ao longo do tempo, causando impactos significativos na qualidade de vida do paciente.&nbsp;</p>



<p>Portanto, se alguém apresentar esses sintomas persistentemente, é fundamental buscar orientação de um profissional de saúde para um diagnóstico adequado e tratamento apropriado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Opções de tratamento para a acalásia</strong></h2>



<p>O tratamento da acalásia visa aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.&nbsp;</p>



<p>Existem diversas opções terapêuticas disponíveis, cada uma com suas vantagens e limitações, e a escolha do tratamento mais adequado dependerá do perfil e condições individuais do paciente.</p>



<p>Uma das opções é a dilatação esofágica, um procedimento minimamente invasivo realizado através de endoscopia.&nbsp;</p>



<p>Nesse método, um balão é inflado no esôfago para esticar e alargar a região estreitada, permitindo melhor fluxo de alimentos.&nbsp;</p>



<p>Outra alternativa é a injeção de toxina botulínica no esfíncter esofágico inferior, que temporariamente relaxa o músculo, facilitando a deglutição.</p>



<p>A miotomia cirúrgica laparoscópica é uma opção mais definitiva, na qual o esfíncter é cortado ou parcialmente removido, melhorando o esvaziamento do esôfago.&nbsp;</p>



<p>Essa intervenção apresenta bons resultados a longo prazo, mas também envolve riscos cirúrgicos.</p>



<p>Recentemente, surgiu uma abordagem endoscópica inovadora chamada de POEM (Myotomy Endoscópico da Camada Submucosa), em que um túnel é criado na parede esofágica para alcançar o esfíncter e realizar a miotomia, com menor impacto no paciente e recuperação mais rápida.</p>



<p>Em casos de risco cirúrgico elevado, a terapia farmacológica pode ser considerada para reduzir os sintomas e melhorar a passagem de alimentos.&nbsp;</p>



<p>O uso de bloqueadores de canal de cálcio e nitratos pode ajudar a relaxar o esfíncter esofágico inferior.</p>



<p>Cabe ressaltar que a escolha do tratamento será determinada pela gravidade da doença, condição de saúde geral do paciente e preferências individuais, por isso, é fundamental que o médico avalie cada caso de forma personalizada para garantir o melhor resultado possível.&nbsp;</p>



<p>É importante, também, que o paciente siga o acompanhamento médico adequado para monitorar a progressão da doença e ajustar a abordagem terapêutica conforme necessário.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como lidar com a dificuldade na deglutição causada pela acalásia?</strong></h2>



<p>Lidar com a dificuldade na deglutição causada pela acalásia pode ser desafiador, mas existem algumas estratégias que podem ajudar a aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.&nbsp;</p>



<p>É importante ressaltar que essas não substituem a orientação e acompanhamento médico adequado. Sempre consulte um profissional de saúde para obter um diagnóstico correto e um plano de tratamento personalizado.&nbsp;</p>



<p>Aqui estão algumas dicas que podem ser úteis:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mudanças na alimentação</strong></h3>



<p>Comer pequenas porções de alimentos e mastigá-los bem pode ajudar a facilitar a deglutição.</p>



<p>Opte por alimentos macios e fáceis de engolir, evitando aqueles que possam causar obstrução, como alimentos secos ou muito fibrosos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Beba líquidos</strong></h3>



<p>Beber líquidos durante as refeições pode ajudar a empurrar os alimentos para baixo e reduzir a sensação de bloqueio no esôfago.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Postura adequada</strong></h3>



<p>Mantenha-se em uma posição vertical durante e após as refeições, pois isso pode facilitar a passagem do alimento pelo esôfago.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Evite comer antes de dormir</strong></h3>



<p>Tente fazer suas refeições com um intervalo adequado antes de ir para a cama para evitar que o alimento fique preso no esôfago durante o sono.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Elevação da cabeceira da cama</strong></h3>



<p>Se a acalásia causa sintomas noturnos, elevar a cabeceira da cama pode ajudar a reduzir o refluxo ácido e aliviar a sensação de obstrução.</p>



<p>Lembre-se sempre de seguir as recomendações do seu médico e informá-lo sobre quaisquer mudanças nos sintomas ou novos problemas que possam surgir.&nbsp;</p>



<p>Em suma, embora a acalásia possa ser um desafio tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde, a esperança reside nas abordagens terapêuticas atuais e futuras, bem como na conscientização sobre a doença e seu diagnóstico precoce.&nbsp;</p>



<p>Com esforços contínuos na pesquisa médica e cuidados adequados como estes que você encontrou aqui, podemos proporcionar uma melhor qualidade de vida e um futuro mais tranquilo para aqueles que enfrentam os desafios da doença.</p>



<p></p>



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