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	<title>Diogo Delgado Dotta, Autor em Gastropedia</title>
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	<description>Atualização médica de forma descomplicada para profissionais que trabalham com saúde do aparelho digestivo.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 May 2026 10:16:23 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Diogo Delgado Dotta, Autor em Gastropedia</title>
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		<title>O papel da IL-23 na fisiopatologia e como alvo terapêutico das Doenças Inflamatórias Intestinais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Delgado Dotta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastroenterologia]]></category>
		<category><![CDATA[Intestino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução A interleucina-23 (IL-23) constitui um dos principais eixos envolvidos na patogênese das doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn e retocolite ulcerativa), juntamente com o TNF-α. Produzida principalmente por células&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading" id="h-introducao"><br><strong>Introdução</strong></h2>



<p>A <strong>interleucina-23 (IL-23)</strong> constitui um dos principais eixos envolvidos na patogênese das doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn e retocolite ulcerativa), juntamente com o TNF-α. Produzida principalmente por células dendríticas e macrófagos, <strong>a IL-23 é uma citocina heterodimérica formada pela subunidade p19, exclusiva da IL-23, e pela subunidade p40, compartilhada com a IL-12</strong>.</p>



<p>Em condições homeostáticas, baixos níveis de IL-23 exercem funções protetoras ao estimular a produção de IL-17 e IL-22, citocinas que promovem a secreção de mucina e peptídeos antimicrobianos, contribuindo para a manutenção da integridade da barreira epitelial intestinal. Entretanto, <strong>em cenários de inflamação crônica, a superprodução de IL-23 </strong>(devido à desregulação desse eixo) <strong>desencadeia múltiplos mecanismos patogênicos</strong>. A citocina se liga ao complexo receptor IL-23R nas células T, promovendo a ativação de células que expressam marcadores tanto de Th1 quanto de Th17. Simultaneamente, a IL-23 inibe a diferenciação de células T reguladoras Foxp3-positivas e células T produtoras de IL-10, criando um desequilíbrio entre células T pró-inflamatórias e anti-inflamatórias na parede intestinal. Este desequilíbrio resulta em dano epitelial significativo, permitindo a translocação da microbiota luminal para a lâmina própria subjacente, exacerbando ainda mais a inflamação.</p>



<p>Os <strong>inibidores seletivos da IL-23</strong> representam uma classe mais recente de terapias biológicas aprovadas para o tratamento das doenças inflamatórias intestinais moderadas a graves. Estes agentes <strong>diferem do ustequinumabe</strong>, inibidor de <strong>IL-12/23</strong>, que já fora aprovado em 2016 para doença de Crohn e em 2019 para a retocolite ulcerativa. Enquanto o mecanismo do ustequinumabe consiste no bloqueio da subunidade p40, comum às duas interleucinas (12 e 23), os <strong>inibidores seletivos atuam bloqueando seletivamente a subunidade p19 da IL-23</strong>, promovendo uma inibição mais direcionada dessa via inflamatória. Embora compartilhem o mesmo alvo terapêutico central, essas moléculas apresentam particularidades farmacológicas e clínicas próprias (vide Tabela 1).</p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Tabela 1:</strong> Posologia dos inibidores de IL-23 para doença de Crohn e retocolite ulcerativa. EV:<br>endovenoso; SC: subcutâneo.</p>



<figure class="wp-block-table is-style-regular"><div class="pcrstb-wrap"><table class="has-pale-ocean-gradient-background has-background has-fixed-layout"><thead><tr><th>Medicação</th><th>Guselcumabe</th><th>Risanquizumabe</th><th>Mirikizumabe</th></tr></thead><tbody><tr><td>Estrutura molecular</td><td>Anti-p19 IgG1 com fração Fc nativa (liga CD64 em monócitos)</td><td>Anti-p19 IgG1</td><td>Anti-p19 IgG4-variante</td></tr><tr><td>Posologia na indução</td><td>Doença de Crohn: 200 mg EV nas semanas 0, 4 e 8 ou 400 mg SC nas semanas 0, 4 e 8.<br><br>Retocolite ulcerativa: 200 mg EV nas semanas 0, 4, 8</td><td>Doença de Crohn:<br>600 mg EV nas semanas 0, 4 e 8.<br><br>Retocolite ulcerativa:<br>1200 mg EV nas semanas 0, 4 e 8.</td><td>Doença de Crohn: 900 mg EV semanas 0, 4 e 8.<br><br>Retocolite ulcerativa: 300 mg EV semanas 0, 4 e 8.</td></tr><tr><td>Posologia na manutenção</td><td>Doença de Crohn: 100 mg SC a partir da semana 16 e posteriormente a cada 8 semanas ou 200 mg SC na semana 12 e posteriormente a cada 4 semanas.<br><br>Retocolite ulcerativa: 100 mg SC a partir da semana 16 e posteriormente a cada 8 semanas ou 200 mg SC na semana 12 e posteriormente a cada 4 semanas.</td><td>Doença de Crohn: 360 mg SC a cada 8 semanas a partir da semana 12.<br><br>Retocolite ulcerativa: 180 mg SC a cada 8 semanas a partir da semana 12.</td><td>Doença de Crohn: 300 mg SC a cada 4 semanas (uma caneta de 100 mg + uma caneta de 200 mg), a partir da semana 12.<br><br>Retocolite ulcerativa: 200 mg SC a cada 4 semanas, a partir da semana 12.</td></tr></tbody></table></div></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-risanquizumabe"><br><strong>Risanquizumabe</strong></h2>



<p>O risanquizumabe é um anticorpo monoclonal anti-p19 da IL-23.</p>



<p>Na doença de Crohn, seus principais estudos pivotais foram os ensaios de indução <strong>ADVANCE</strong> e <strong>MOTIVATE</strong>, seguidos pelo estudo de manutenção <strong>FORTIFY</strong>.</p>



<p>Nos estudos ADVANCE e MOTIVATE, pacientes com doença de Crohn moderada a grave receberam risanquizumabe intravenoso nas semanas 0, 4 e 8. No <strong>ADVANCE</strong>, a <strong>remissão clínica na semana 12 foi alcançada por 45% dos pacientes com risanquizumabe 600 mg e 42% com 1200 mg</strong>, contra 25% no grupo placebo. A r<strong>esposta endoscópica foi de 40% e 32%, respectivamente, contra 12% com placebo</strong>. No <strong>MOTIVATE</strong>, população composta por pacientes com falha ou intolerância a biológicos, a <strong>remissão clínica foi de 42% com 600 mg e 40% com 1200 mg</strong>, contra 20% com placebo; a r<strong>esposta endoscópica foi de 29% e 34%</strong>, contra 11% com placebo.</p>



<p>Na manutenção, o estudo <strong>FORTIFY</strong> avaliou o risanquizumabe subcutâneo em pacientes que haviam respondido à indução. <strong>Na semana 52, a remissão clínica foi observada em 55% dos pacientes com 180 mg e 52% com 360 mg</strong>, contra 41% no grupo placebo/retirada. A <strong>resposta endoscópica foi de 47% em ambos os grupos de risanquizumabe</strong>, contra 22% no grupo placebo.</p>



<p>Na retocolite ulcerativa, os estudos pivotais foram <strong>INSPIRE</strong>, para indução, e <strong>COMMAND</strong>, para manutenção. No estudo de indução, <strong>risanquizumabe 1200 mg intravenoso alcançou remissão clínica na semana 12 em 20,3% dos pacientes</strong>, contra 6,2% com placebo. <strong>Na manutenção, a remissão clínica na semana 52 foi de 40,2% com 180 mg e 37,6% com 360 mg</strong>, contra 25,1% com placebo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-guselcumabe"><br><strong>Guselcumabe</strong></h2>



<p>Na retocolite ulcerativa, o principal programa pivotal é o <strong>QUASAR</strong>. No estudo de manutenção, a <strong>remissão clínica na semana 44 foi alcançada por 45,2% dos pacientes tratados com guselcumabe 100 mg a cada 8 semanas e por 50,0% dos pacientes com 200 mg a cada 4 semanas</strong>, contra 18,9% no grupo placebo.</p>



<p>Na doença de Crohn, os estudos <strong>GALAXI-2</strong> e <strong>GALAXI-3</strong> avaliaram o guselcumabe em pacientes com doença moderada a grave. Dados do programa mostraram superioridade em relação ao placebo para resposta clínica na semana 12 e remissão clínica na semana 48. Em resultados apresentados do programa, a <strong>remissão clínica na semana 48 foi de 60,0% com guselcumabe 100 mg a cada 8 semanas e 66,1% com 200 mg a cada 4 semanas</strong>, contra 17,1% com placebo. A <strong>resposta endoscópica foi de 44,3% e 51,3%, respectivamente</strong>, contra 6,8% no grupo placebo.</p>



<p>Além disso, os estudos GALAXI sugerem vantagem do guselcumabe em comparação ao ustequinumabe em desfechos endoscópicos, reforçando a hipótese de que o bloqueio seletivo da p19 pode ser mais potente do que o bloqueio dual IL-12/23 em determinados cenários, conforme dados apresentados pelo estudo SEQUENCE.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-mirikizumabe"><br><strong>Mirikizumabe</strong></h2>



<p>O mirikizumabe é outro anticorpo monoclonal anti-p19 da IL-23, com dados particularmente relevantes em retocolite ulcerativa. Seus estudos pivotais foram <strong>LUCENT-1</strong>, para indução, e <strong>LUCENT-2</strong>, para manutenção. No LUCENT-1, a remissão clínica na semana 12 foi alcançada por 24,2% dos pacientes tratados com mirikizumabe, contra 13,3% com placebo. No LUCENT-2, entre os respondedores à indução, a remissão clínica na semana 40 de manutenção foi de 49,9% com mirikizumabe, contra 25,1% com placebo.</p>



<p>Um diferencial do mirikizumabe nos estudos de retocolite ulcerativa foi a avaliação da urgência evacuatória, sintoma de grande impacto na qualidade de vida dos pacientes. Além dos desfechos tradicionais de remissão clínica e endoscópica, o programa LUCENT demonstrou melhora significativa da urgência intestinal, o que torna essa medicação particularmente interessante em pacientes nos quais esse sintoma é dominante.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Tabela 2:</strong> Resumo prático do estudos pivotais de inibidores de IL-23 nas doenças inflamatórias<br>intestinais.</p>



<figure class="wp-block-table"><div class="pcrstb-wrap"><table class="has-pale-ocean-gradient-background has-background has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Medicação</strong></th><th><strong>Doença</strong></th><th><strong>Estudos pivotais</strong></th><th><strong>Principais resultados</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Risanquizumabe</strong></td><td>Doença de Crohn</td><td>ADVANCE, MOTIVATE, FORTIFY</td><td>Indução:<br>&#8211; Remissão clínica 40–45% vs 20–25% placebo<br>&#8211; Resposta endoscópica 29–40% vs 11–12% placebo <br><br>Manutenção<br>&#8211; Remissão clínica 52–55% vs 41%<br>&#8211; Resposta endoscópica 47% vs 22%.</td></tr><tr><td><strong>Risanquizumabe</strong></td><td>Retocolite ulcerativa</td><td>INSPIRE, COMMAND</td><td>Indução<br>&#8211; Remissão clínica 20,3% vs 6,2%. <br><br>Manutenção:<br>&#8211; 40,2% com 180 mg e 37,6% com 360 mg vs 25,1%.</td></tr><tr><td><strong>Guselcumabe</strong></td><td>Retocolite ulcerativa</td><td>QUASAR</td><td>Manutenção<br>&#8211; Remissão clínica 45,2% com 100 mg q8w e 50,0% com 200 mg q4w vs 18,9%.</td></tr><tr><td><strong>Guselcumabe</strong></td><td>Doença de Crohn</td><td>GALAXI-2, GALAXI-3</td><td>Semana 48<br>&#8211; Remissão clínica 60,0–66,1% vs 17,1%; &#8211; &#8211; Resposta endoscópica 44,3–51,3% vs 6,8%</td></tr><tr><td><strong>Mirikizumabe</strong></td><td>Retocolite ulcerativa</td><td>LUCENT-1, LUCENT-2</td><td>Indução<br>&#8211; Remissão clínica 24,2% vs 13,3%. <br><br>Manutenção<br>&#8211; 49,9% vs 25,1%.</td></tr></tbody></table></div></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-conclusao"><br><strong>Conclusão</strong></h2>



<p><br>Os inibidores seletivos da IL-23 mudaram o cenário terapêutico das doenças inflamatórias intestinais. A seletividade para a subunidade p19 permite bloqueio mais direcionado de uma via central da inflamação intestinal, com eficácia consistente em indução e manutenção, melhora de desfechos endoscópicos e perfil de segurança favorável. Esta classe vem se consolidando como opções de <strong>primeira ou segunda linha</strong> no tratamento da <strong>doença de Crohn e da retocolite ulcerativa moderadas a graves</strong>. Seu perfil é especialmente atrativo em pacientes com <strong>falha prévia aos anti-TNF</strong>, mas os dados atuais também sustentam seu uso precoce em pacientes selecionados, inclusive virgens de biológicos. O futuro do tratamento das DII provavelmente envolverá não apenas a escolha entre classes terapêuticas, mas a seleção personalizada do melhor alvo imunológico para cada perfil de paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias"><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Ahern PP, Izcue A, Maloy KJ, Powrie F. Review. The interleukin‐23 axis in intestinal inflammation. Immunological Reviews. 2008.</li>



<li>Lichtenstein GR, Loftus EV, Afzali A, et al. ACG Clinical Guideline: Management of Crohn&#8217;s Disease in Adults. The American Journal of Gastroenterology. 2025.</li>



<li>Rubin DT, Ananthakrishnan AN, Siegel CA, Barnes EL, Long MD. ACG Clinical Guideline Update: Ulcerative Colitis in Adults. The American Journal of Gastroenterology. 2025.</li>



<li>The New England Journal of Medicine. 2021. Baumgart DC, Le Berre C. Newer Biologic and Small-Molecule Therapies for Inflammatory Bowel Disease. The New England Journal of Medicine. 2021.</li>



<li>Costa C, Noor NM, Estevinho MM. Beyond Tumor Necrosis Factor and Interleukin-12/­23: The Rise of Interleukin-23 Inhibitors in Inflammatory Bowel Disease Management. Current Opinion in Pharmacology. 2025.</li>



<li>Puca P, Parello S, Colantuono S, et al.Interleukin-23 Inhibitors in Inflammatory Bowel Disease. BioDrugs : Clinical Immunotherapeutics, Biopharmaceuticals and Gene Therapy. 2026.</li>



<li>Ananthakrishnan AN, Murad MH, Scott FI, et al.Comparative Efficacy of Advanced Therapies for Management of Moderate-to-Severe Ulcerative Colitis: 2024 American Gastroenterological Association Evidence Synthesis.</li>



<li>Scott FI, Ananthakrishnan AN, Click B, et al. AGA Living Clinical Practice Guideline on the Pharmacologic Management of Moderate-to-Severe Crohn&#8217;s Disease. Gastroenterology. 2025.</li>



<li>Gottlieb ZS, Sands BE. Personalised Medicine With IL-23 Blockers: Myth or Reality? Journal of Crohn&#8217;s &amp; Colitis. 2022.</li>



<li>Neurath MF. Strategies for targeting cytokines in inflammatory bowel disease. Nat Rev Immunol. 2024.</li>



<li>D&#8217;Haens G, Panaccione R, Baert F, et al. Risankizumab as Induction Therapy for Crohn&#8217;s Disease: Results From the Phase 3 ADVANCE and MOTIVATE Induction Trials. Lancet. 2022.</li>



<li>Efficacy and Safety of Intravenous Induction and Subcutaneous Maintenance Therapy With Guselkumab for Patients With Crohn&#8217;s Disease (GALAXI-2 and GALAXI-3): 48-Week Results From Two Phase 3, Randomised, Placebo and Active Comparator-Controlled, Double-Blind, Triple-Dummy Trials. Lancet. 2025. Panaccione R, Feagan BG, Afzali A, et al.</li>



<li>Rubin D, Allegretti J, Panés J et al. Guselkumab in patients with moderately to severely active ulcerative colitis (QUASAR): phase 3 double-blind, randomised, placebo-controlled induction and maintenance studies The Lancet, 2024.</li>



<li>Panaccione R, Louis E, Colombel JF, D&#8217;Haens G et al. Risankizumab efficacy and safety based on prior inadequate response or intolerance to advanced therapy: post hoc analysis of the INSPIRE and COMMAND phase 3 studies. J Crohns Colitis. 2025.</li>



<li>Ferrante M, Panaccione R, Baert F, Bossuyt P, Colombel JF, Danese S et al. Risankizumab as maintenance therapy for moderately to severely active Crohn&#8217;s disease: results from the multicentre, randomised, double-blind, placebo-controlled, withdrawal phase 3 FORTIFY maintenance trial. Lancet. 2022.</li>



<li>Amador WFO, Vitor IC, Tomé MR, Dotta DD, Motta RV. Effectiveness and safety of selective IL-12/23 receptor antagonists in moderate to severe ulcerative colitis: a systematic review, meta-analysis and trial sequential analysis, Arq Gastroenterol. 2025.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-citar-este-artigo"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Dotta DD, O papel da IL-23 na fisiopatologia e como alvo terapêutico das Doenças Inflamatórias Intestinais. Gastropedia 2026, Vol I. Disponível em: <a href="https://gastropedia.pub/pt/?p=11180" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://gastropedia.pub/pt/gastroenterologia/o-papel-da-il-23-na-fisiopatologia-e-como-alvo-terapeutico-das-doencas-inflamatorias-intestinais/</a></p>



<p></p>
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